quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Meu Porto Seguro

(Pedro Paulo Marra)

(Foto: autoral)

Minha maré se enche de vontade,
de entrar no mar aberto,
e nadar pela cidade.

Produção: 21 de dezembro de 2016.

sábado, 17 de dezembro de 2016

Poezia coreta

(Pedro Paulo Marra)

(Foto:divulgação)

Dizem que errar é humano.
Sendo assim...
Vol erar rymando.

Produção: 17 de dezembro de 2016.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Rodô meu caminho

(Pedro Paulo Marra)

(Foto: divulgação)

Já andei muito por essa Brasília.
E ao chegar no plano,
eu não me engano, seu dotô!
Quando caminho noite e dia,
nas curvas planejadas dessa rodô.

Produção: 12 de dezembro de 2016.

sábado, 10 de dezembro de 2016

Futebol

(Pedro Paulo Marra)

(Foto: divulgação)

Fiz o possível para definir esse esporte.
Ufa!
Terminei, mas com muita sorte.
Entoo com o peito estufado.
"Boa pessoa é aquela que...
Olha uma bola e já quer jogar uma pelada.

Lama, barro, grama, areia, salão ou asfalto.
O que importa é a festa na arquibancada.

Produção: 9 de agosto de 2016.

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Céu olhar infinito

(Pedro Paulo Marra)

(Foto: divulgação)

Pelo raiar do sol, junto da brancura da lua, 
vou andando pela nuvens,
que viram meus degraus.
Me fazem rimar, galgando os versos num alto astral.

Todos ficaram pasmem quando anoiteceu.
O brilho do ar mostrou...
Uma perspectiva de imensidão no olhar do céu.

Produção: 24 de dezembro de 2016.

domingo, 4 de dezembro de 2016

Nostalgia fraterna

(Pedro Paulo Marra)

(Foto: divulgação)

Pisadas as folhas,
ao fundo, carvalhos são o recorte da sombridão.
O verde oliva da flora com sua imensidão,
e o céu azul como o atlântico.
Paisagem rotineira vivida por Eli, colhedora de amoras.

Perdera os pais por tuberculose.
E a cada tosse, nuvens se formam.
A madrugada é o ponto G de sua overdose, de saudade.
Se chora, lá de cima, também choram.

Logo, molham a flora.
Ou melhor, regam a flor.
Chamada Eli, que germina uma única coisa.
Que se chama, amor.