quinta-feira, 29 de junho de 2017

Cheiro de rima

(Pedro Paulo Marra)

(Foto: divulgação)

Se a minha escrita é gostosa,

imagine a minha poesia, 

que tem cheiro de rima,

com uma pitada de prosa.

Produção: 12 de junho de 2017.



domingo, 25 de junho de 2017

É como se...

(Pedro Paulo Marra)

(Foto: divulgação)

Melhor do que ver TV como se fosse rádio.

Melhor do que tomar banho de chuva como se fosse um copo d'água.

Melhor ainda...

É banhar amor nos outros como se fosse moda.

Sim, é melhor!

Produção: 10 de junho de 2017.

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Metamorfose a todo instante

(Pedro Paulo Marra)

(Foto: disponível)

"Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante,

eu prefiro ser essa metamorfose ambulante,

do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo

do que ter aquela velha opini...."


Será que eu prefiro mesmo?

Me pego pensando nesse instante.

Ser levado por Raul Seixas ou ser levado por outrem?


Minhas opiniões se tornaram velhas?

Diante da nova,

dos também formadores de opinião.

Estou às cegas?


Não quero fugir à regra.

Nem ser o dono da resposta certa.

Quero mudar a todo instante,

a opinião errônea que vibram as falanges.


Quero sim,

preferir,

poeticamente,

ser um amante.

da metamorfose que é a poesia.

Do que ter aquela velha rima formada sobre tudo.


Produção: 24 de maio de 2017.

sábado, 17 de junho de 2017

The poetry, don't leave

(Pedro Paulo Marra)

(Foto: divulgação)

I don't believe.

I simply don't believe.

That, someday I will die.

But, before I say goodbye.

I'm gonna write, write, write, and...

Write the life.

Despite everything,

the poetry will still be alive.

Produção: 31 de maio de 2017.


quarta-feira, 14 de junho de 2017

Uma manhã de domingo

(Pedro Paulo Marra)

(Foto: divulgação)

Seus olhos.

Levemente caídos.

Levemente adormecidos,

a persiana de cílios,

melhor não abrí-la.

Deixe pingar aos poucos a luz do dia.

Vá galgando o mais sublime "bom dia".

A cena, é frequente.

A atriz, é da vida real.

E enquanto meus dedos vagarosamente viram pente,

fecho os olhos e te beijo pela mente.

E poeticamente,

você sente.

Produção: 4 de junho de 2017.

domingo, 11 de junho de 2017

É ela: a poesia

(Pedro Paulo Marra)

(Foto: disponível)

Eu bocejo, ela exala.

Eu rio, ela gargalha.

Eu grito ela explicita.

Eu choro, ela pinga.

Eu beijo, ela marca.

Eu escrevo o beijo,

ele nos ratifica.

Produção: 2 de junho de 2017.

terça-feira, 6 de junho de 2017

DF nosso de cada dia

(Pedro Paulo Marra)

(Foto: Roberto Jayme)


É Seu Calango,

se põe mais uma chance.

O sol derrama brilho na cidade.

Os moradores também são de rua.

Brasília: cidade nua, mas não crua.

Tem muita gente caseira, perto da rua.

As pisadas marcam a labuta.

E o quadradinho não pára,

caro Calango.


Entre...

Tesourinhas e estradas parque ao tom de freadas e buzinas.

Nos carros ou baús...

Tunados na FM, CDs, pen drives e até um tal de Spotify.

Um novo índice de violência arrepia e nos retrai.

Mas também tem o desafogo do fim de semana Seu Calango,

de bares pinguços e beirutes da vida

de uma balada da hora num canto aí.

Bota fé?


Pois é véi,

o Plano Piloto borbulha.

A esplanada pulsa,

você sabe bem do que Calango vei.

As satélites buscam um sinal,

de luta,

pela identidade.

De ser cada vez mais...

DF.

Produção: 5 de junho de 2017.

sábado, 3 de junho de 2017

Brasília poética

(Pedro Paulo Marra)

(Foto: disponível)

Minha vida urbana tem uma legião.

Meu João é de barro.

Meu lobo é guará.

Meu plano tem piloto nessas andanças.

Onde não ando de carro,

só de zebrinha.


E Brasília não é só minha!

Também das cidades-satélites,

naturais do cerrado,

das feiras populares, cada coisa linda.

E o espelho dessa grandeza tão rica?

Onde fica?


Lago Paranoá, o espelho ideal.

Nele, verás o camaleão do cerrado,

basta olhar para cima.

Vosso céu ora laranja, ora azul piscina.

Que clima!

E isso não é só poesia...


É Brasília!

Produção: 26 de maio de 2017.